O mundo dá voltas...

8.7.03

Quem oferece n?o quer dar - conclus?es de uma happy hour com os Gazeteiros

Quem oferece não quer dar - conclusões de uma happy hour com os Gazeteiros

Estou sob intensa pressão e isso atrapalha minha criatividade, mas isso não faltou no encontro histórico dos gazeteiros (des)unidos remanescentes em São Paulo. Os assuntos eram tipicamente os mesmos, ou seja, papos que uma turma de jornalistas que passou em uma seleção dificílima para ser um gazeteiro teria.

Compareceram à reunião os ilustres gazeteiros (em ordem de chegada, já que eu fui a primeira, uma hora depois do combinado):
Angélica
Henrique
Homem das cavernas, digo, Dani-Bob
Karen (adotada)
Fernando
Patrick
Pedro

Mas que melhor companhia do que a cerveja para esses meninos? A Angélica, como sempre, ficou apenas de testemunha das pérolas que virão a seguir, beber que é bom, nada. Eu ainda posso dizer que participei no esquema Kodak, registrando os momentos e as frases.

Com a chegada do Lageano mais famoso dessa turma veio a dúvida que não tenho a quem atribuir, pois esqueci de anotar o autor(a):
"Onde foi parar a barriga do Patrick?"
O Fernando, rapidamente :"Vai ver tá saindo com alguém".

Ficamos o Fernando e eu filosofando a respeito dos males e dos bens do regime a base de exercícios regulares quando ouço:
PC - Pra mim, atestado de macheza é torcer pro Ponte Preta e tomar conhaque de alcatrão São João da Barra".
FT - Eu torço pro Ponte Preta!
MZ (eu) - Que conhaque é esse?
FT - Se o cara estiver na dúvida, ele toma um gole e já esquece

Não entendi mesmo a relação, mas lembro que pouco depois estávamos discutindo a barba e o cabelo do Bob - O Homem das Cavernas e ele contou seu segredo: "Passei 40 minutos penteando meu cabelo. Eu e minha mãe". Ah! lembrei... Na verdade tudo começou com o cabelo do Henrique, que por ter a sorte de ter cabelos lisos não chega a ser um caveman. Estávamos negociando uma verba para eu dar consultoria capilar ao pobre garoto da despensa... mas alguém entrou na conversa e eu só guardei parte das negociações (talvez fosse efeito da bebida):
- Pago 50 reais
- Topo. Tô facinho...

E conversa vai, conversa vem alguém falou do Mickey (por que falamos do Mickey?? Era o ratinho da Disney mesmo??). O Patrick que disse "O Mickey é foda". Não sei se a conversa era com o Fernando, mas ele que retrucou, "disso eu não sei, somos apenas bons amigos".