Voltando ao normal
Hoje posso escrever tudo que devia ter escrito na segunda-feira e muito mais. A todos meus leitores-amigos, obrigada pela força. Tudo parece que está bem e há a promessa de que isso não se repetirá...
Voltando no tempo - 1ª edição: Eu pegava! Eu pegava!

O show do Jack Johnson foi tudo de bom, apesar da avalanche de adolescentes. Essa frase que encabeça este trecho do post de hoje foi repetida inúmeras vezes pela personagem mais causadora de risadas e bravezas durante o show: a Dri Pink. Entre outras pérolas que rolaram durante o show estavam (Jô, me ajude a lembrar):
- Eu dava, você não dava, fala sério! Não mente! - claro que a Jô e eu não dissemos nada. Que medo da cara dela...
- Ele disse que nós somos a melhor platéia! - entre outras traduções simultâneas irritantes.
- Canta aí, canta aí... não pára galera! - eu tive que dizer várias vezes para ela que eu não sabia as letras - e não sabia mesmo.
No final, pediram para fazer uma foto dela e de uma parte da sua turma que, quando ela acalmava, arranjavam outras formas de se socializar com as pessoas em volta - nem sempre de modo positivo.

Voltando no tempo - 2ª edição: Lançamento do CD "Alguma coisa tá errada" da minha banda preferida
Sei que eu já disse, mas eles merecem mais do que uma simples menção. O lançamento foi, como diria o Victor, "stáili". Saraiva Mega Store, cheio de gente, todo mundo garantindo seu CD e seus autógrafos. Mais uma vez o Victor, Victor me surpreendeu com sua imensa criatividade e o Cotta foi quem me salvou de ficar sem cerveja...
Fotinho de momento Kodak total:

Voltando no tempo - 3ª edição: O Domingo (antes da crise)
Depois de um almoço em família fui ao shopping com meu pai e minha vó. Todo mundo sabe que minha vó é minha ídola maior. E cada passeio com ela me reforça este sentimento... enquanto meu pai queria sossego para procurar um livro para levar em sua viagem de Páscoa, minha vó e eu ficamos falando de cada livro, cada tema, cada religião, crença e mil histórias... Descobri nessas que meu vô realmente merece o status de libertador de imposições. Criativo como só ele, ainda tinha tempo para se dedicar ís várias crenças dele e ajudar os necessitados. Vovó também é assim e por isso que eles se mereciam muito. Pena que o vô Dô se foi, mas só de ouvir as histórias contadas pela minha vó, sinto que ele está bem pertinho.

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