Não estou velha nada!
Não estou velha nada!
Essa eu escrevi originalmente em resposta a uma pessoa que se dizia "velha", mas acho que vale compartilhar porque noto que vários amigos que têm a mesma idade que eu se sentem igual, deixando a vida cotidiana fazer com que se sintam velhos. Portanto, todos meus leitores/amigos: ANIMEM-SE. E leiam minha reflexão:
"Eu tenho um mês de diferença de você, mas não acho que estou velha não. Vejo que as coisas estão mudando, as amigas casando, mas quero seguir os modelos da minha mãe e do meu pai e manter-me jovem por dentro, mesmo que a idade avance. Não se deixe enganar pelo stress, cara de cansado de manhã ou mesmo pelos "pés de galinha" que começam a surgir ao redor de olhos de quem vive na frente de computadores. Ainda somos bem jovens, ainda mais sendo parte de uma geração que deve viver mais de 100 anos... estamos começando o segundo quarto da jornada ainda!!!"
Como não pensei nisso antes?
Como não pensei nisso antes?
Essa eu recebi por e-mail, sobre meu primo Martim, conhecido como Tim:
"Outra coincidência foi encontrar o TIM na Claro, até parece espionagem, mas seria muito óbvia, ahaha..."
Muitos acontecimentos
Muitos acontecimentos
Já se passaram muitos dias e como foram intensos esses dias. O evento do ano finalmente aconteceu e foi digno de toda a espera e ansiedade: o casamento da Jô e do Gugu foi tudo de bom e um pouco mais. Os noivos sorridentes e felizes, estavam lindos. Meu namorado agüentou bem ficar de terno e gravata naquele calor, mas foi o primeiro a arrancar a gravata. A pista de dança não seria a mesma se não fosse pela bengala do Beto que, aliás, se empolgou bastante e teve alguns bons momentos registrados pela minha indiscreta - e ótima - câmera. Já Carosita foi fiel à nossa tradição e só saiu da festa quando tudo acabou... só faltou tocarem "New York, New York"...hehehe
Neste finde badalamos na sexta e no sábado com as meninas da "Casa" de Ilhabela. A Simon ficou brava de eu não ter ligado, afinal, ela não se conecta à internet - ainda. Estava com saudades dela e de todas as meninas. A Titi finalmente me passou ensinamentos, agora tenho só que me preparar para colocá-los em prática. O Nando estrelou o churrasco de sábado com um momento "luau" debaixo do teto, ele e o Chico (violão) roubaram a cena, que só mudou com a chegada dos italianos...
E como minha cabeça está mais perdida que cego em tiroteio, quase perdi o chá-bar da Alê e do Dani. Fui, sem a pá de lixo, mas compareci. Me diverti muito com o Show do Milhão deles, aquele jeito "delicado" do Dani me fez perder as contas de quantas vezes ele mandou os amigos tomarem naquele lugar (eu sou educadinha, não vou falar que nem ele). Ah, sim, e imagina quantas fotos do Beto a Caru tirou... só para pentelhar... :P
A Casa das 8 mulheres
A Casa das 8 mulheres
Era uma vez em uma ilha não muito distante (mas que ficava longe em dias em que a fila da balsa é grande) uma casa onde se hospedavam 8 mulheres. Cada uma de um signo diferente, cada uma com histórias diferentes, mas com uma convicção em comum: divertir-se em 3 dias como nunca.
Andréa era a dona da casa, a única que conhecia todas as outras 7 e que foi responsável pela união da turma. Karina e Tati, as irmãs Galvão, levaram as tecnologias da casa e foram responsáveis pelo registro damaior parte da viagem. Titi foi bem munida de seu Halls preto e todas as lições e ensinamentos que só ela é capaz de passar (eu nem me arrisco a tentar contar aqui o que aprendi com ela). Mari, mega-meiga oradora da turma, ficava bêbada por osmose, sem ingerir uma gota de álcool, e é a líder da banda de instrumentos virtuais. Simon levou seu conhecimento de vida saudável e ensinou a todas o valor de cada farelo. A Sáera nosso repelente natural, era a mais adorada pelos borrachudos e aprendeu que a idade está na mente e no coração. Eu aprendi a gostar de todas elas (e também que não posso cortar limão depois de muitas cervejas).
Enfim, esse foi um breve bem breve resumo do que foi meu feriado. Me diverti muito, como há tempos não me divertia. Já adoro essas meninas como se nos conhecêssemos háanos. Foi a turma perfeita para um feriado perfeito.
Esta semana está acabando
Esta semana está acabando
E eu nem consegui escrever. Para desânimo de alguns e alívio de outros, não consegui escapar de assessoria de imprensa. Parece que sou tão boa que o cliente não quer que eu o dispense...
Essa foto aí representa meu domingo de sol. Nando e eu resolvemos sair e colocar as cabeças ao sol para celebrar o que parecia ser o início de uma primavera ensolarada (doce ilusão), almoçamos em um restaurante (El Patio) que imediatamente virou meu preferido: é espanhol, a duas quadras da minha casa, uma delícia de lugar e a comida é maravilhosa (não só de olhar). Nesse dia o Nando bancou uma de chefe e ficou trabalhando por telefone... mas foi outra doce ilusão, porque fiquei sem vê-lo por 3 dias depois disso.
E como namorado que trabalha no feriado e final de semana deixa namorada "abandonada", decidi que vou para Ilhabela com a Déa. Já arranjei companhia para a viagem e vou levar um colchão para me enfiar no meio daquela casa. Não sei ainda como caberá tanta gente lá, mas sempre me surpreendo por lá. E sempre positivamente. Aquela casa tem uma energia positiva... quem foi, sabe.
A apresentação para a banca na ESPM foi marcada: dia 7 acaba a tortura do meu MBA. Se bem que esses dias só penso no casamento da Joaninha... fico preocupada em fazer tudo que tenho que fazer para estar lá à altura da ocasião. Pelo menos a Pri resolveu minha dúvida e não preciso comprar vestido novo.
Antes que a energia acabe
Antes que a energia acabe
Parece que está virando regra. Toda sexta-feira eu tenho que fechar anúncio e toda sexta-feira cai uma chuvona que, quando não derruba a internet, derruba a energia do bairro todo. Então, antes que isso aconteça esta semana e enquanto vejo as pedras de granizo caindo lá fora, já salvei os arquivos mais importantes do dia no meu mini-drive.
Mas queria escrever para dizer quão bom foi o feriado para mim. Eu estava precisando de um dia de "férias" inteiro. A Pri veio para cá e passamos o dia juntas. Almoçamos com a Fátima, fomos à Shoe Stock (essas minhas amigas cariocas e a Shoe Stock...) e terminamos o dia no Bar do Juarez, onde nos reunimos com toda a turma à convite da Alê e do Dani, que distribuíram os convites do casamento. As fotos do encontro estão aqui. Lá em cima, a Pri, a Jô F. (feliz que o Rapha agora mora aqui também) e eu, que me senti muito bem com meus amigos, apesar da falta do Nando e percebi que amigos são tudo de bom!! E que não há namoro que mereça o afastamento dos amigos, ninguém merece esse sacrifício...
Dia ruim
Dia ruim
Ontem era uma segunda-feira, o que já seria suficiente para Garfield odiar o dia. Além disso, era Halloween e a TV só falava disso quando eu queria saber de assuntos mais lights. Minha cabeça doía tanto que não conseguia me animar. O problema era isso. Eu estava sonhando com coisas impossíveis. Só mesmo o Calvin em sua total sabedoria infantil para me demonstrar que o dia só ficou pior porque eu queria o impossível. Se bem que um dos meus sonhos do dia se realizou. E no final, o carinho do namorado fez toda a diferença.