DIVA é a Deusa do AVID?
Ontem li um artigo muito emocionante escrito pelo Tom Hanks e traduzido no UOL (aqui, para assinantes UOL só). O interessante é que o Tom Hanks criou uma Deusa do cinema, que é quem impõe forças divinas sobre a vida em Hollywood. O nome da Deusa? Película (adorei).
Hoje de manhã acordei lembrando da promessa do Nando. O Joga Bonito estará na Band hoje à tarde. Perguntei: "Está tudo certo?" Ele disse que sim, "sso se o AVID não der pau". Lembrei do Tom Hanks, da Película, e inverti o nome do AVID para criar a DIVA. É para ela que meus pensamentos e rezas irão hoje e sempre que eu quiser ter meu namorado perto de mim. Ela que decide o nosso destino e o de milhares de casais de editores, produtores e mil funções que existem dentro de uma produção de TV.
O Nando está tão confiante em seu hard work e nas preçes diante do AVID que já programou várias coisas comigo neste primeiro final de semana decente. Claro que feriado ele não tem, mas o simples fato de ter sábado e domingo, já seria uma vitória. Recuperaremos o tempo perdido com alguns amigos e ainda faremos compras para casa, já que ele quer dar um toque de Nando para ir de vez para lá.
Amigos para siempre
Há aquelas pessoas que por mais que a gente se afaste, que o tempo passe, que a vida mude, a qualquer momento você sabe que a qualquer momento elas podem ressurgir na sua vida e tudo será igual ao que era. Ou, pelo menos, a amizade continua firme e forte. E aí aquela saudade que estava apagadinha retoma a força e dá ainda mais vontade de rever esses amigos.
Hoje tive a grata surpresa de finalmente receber sinais de vida de um grande amigo meu: Gustavo Rennó. Quem não conhece o figura não conviveu comigo entre 1998 e 2001. Ele é fofo demais, meu amigo de verdade, de todas as horas. Mas é mega desligado do mundo e um dia mudou de celular, de emprego, parou de acessar a internet, casou-se e eu não consegui mais localizá-lo.
O melhor foi a definição dele no Orkut (que, na minha opinião, compete só com a do Patrick):
quem sou eu: Eu sou Gustavo Rennó.
Cada coisa em seu lugar
Mais um feriado em São Paulo. E neste próximo final de semana tem mais um... e ficarei aqui também. Falta de "tempo" é um problema (lembrem-se: "time is money")...
Na quinta-feira a programação original foi afetada - adivinhem - pelo trabalho do Nando. Íamos à casa da Caru e do Beto, mas a Nike adiou nossos planos... espero que esta semana role. No final, Juju e eu fomos ao show super-mega da Cowbell. Fotos, algumas bem divertidas, aqui. Me fez muito bem! Eu estava bem pra baixo e a Ju também. Nós duas nos divertimos bastante. E o show nem sempre era a causa. Rever pessoas tão queridas como o Kiko (que, creiam, conseguiu sair feio numa foto), Teteu, Tigous, Fábio Rua e até o Peu me fizeram rir bastante e literalmente espantar os fantasmas. Claro que também ajudou sair rouca do show depois de tanto cantar e rever os mais presentes dos que estavam presentes por lá: Victor, Victor e Cotta. Na sexta eu parecia um ser de outro mundo, parecia que tinha outra Marina dentro de mim... eu estava extremamente bêbada no dia seguinte. Parecia alguém que eu conheço...
Sexta e sábado foram dias esquisitos, na espera constante pelo Nando e só descansando. Comi muito, acho que é efeito da minha ansiedade, que não pára, nem me dá trégua. Sábado à noite meu namorado me surpreendeu e resolveu se "rebelar" saindo da produtora e me levando para uma reunião de amigos na casa dele. Dei muuuuita risada, cantamos com o "pocket show" do Nando na guitarra e matei as saudades dos meus cunhados, a Alê e o Cacá. No final, queríamos ir para a balada, mas o Nando tinha que voltar para a produtora. Eu acabei bodiando (tentei convencer minhas amiguinhas a sair comigo e acabei desistindo quando elas não toparam), deixei o Nando na produtora e fui dormir. Ele disse que voltaria em umas duas horas... na verdade, foi tudo diferente.
Acordei no domingo às 10h e o Nando não estava lá. Liguei, ele me contou por alto: o Avid (computador específico para edição de TV) deu pau e eles tiveram que refazer um monte de coisas. O programa precisava ser enviado à emissora logo, mas eles não sabiam quando conseguiriam terminar. E foi aí que ele me pediu algo inédito "vem pra cá ficar comigo?". Fui. E nunca fiquei tão angustiada na vida!! Meu Deus, que aflição... Cheguei meio-dia lá, ficamos até às 14h para terminar. O programa, o Joga Bonito, precisava ir ao ar às 21h e ainda tinha de ser copiado, levado à Band etc. etc. etc. Mal podia acreditar quando o programa realmente começou a passar na Band, exatamente às 21h. Não sei como o Nando consegue, mas isso explica um pouco de como ele tem paciência comigo.
Depois, fomos almoçar com papai e cia. Bebemos muita sangria e capotamos a tarde toda. À noite, não tinha sono. Fiquei acordada até às 4h e estou só o resto do que se pode esperar de mim. Preciso fazer certas mudanças na minha vida ou sempre perderei o sono. Só tenho que descobrir onde cada coisa se encaixa melhor e decidir um rumo para seguir.
E nesses tempos de tempo para pensar
Achei uma versão ao vivo da melhor música do Bon Jovi de todos os tempos. Aliás, mais uma que encontrei por causa da Jô e suas dicas internéticas.
Coloco aqui a letra original, se bem que a versão ao vivo tem modificações muito boas que fazem com que a música seja perfeita para ouvir e pensar em tudo. E se você é daquelas pessoas que não gostam de Bon Jovi, não ouça a música: apenas leia a poesia abaixo, linda e triste como só no Keep the Faith o Jon foi capaz de fazer.
DRY COUNTY - BON JOVI (quem quiser conhecer ou ouvir, me peça que eu mando)
Across the border they turn
Water into wine
Some say its the devils blood
Theyre squeezing from the vine
Some say its a saviour
In these hard and desperate times
For me it helps me to forget
That were just born to die
I came here like so many did
To find the better life
To find my piece of easy street
To finally be alive
And I know nothing good comes easy
And all good things take some time
I made my bed I´ll lie in it
To die in its the crime
You can´t help but prosper
Where the streets are paved with gold
They say the oil wells ran deeper here
Than anybody´s known
I packed up on my wife and kid
And left them back at home
Now theres nothing in this paydirt
The ghosts are all I know
Now the oils gone
The moneys gone
And the jobs are gone
Still were hangin on
Down in dry county
They´re swimming in the sand
Praying for some holy water
To wash the sins from off our hand
Here in dry county
The promise has run dry
Where nobody cries
And no ones getting out of here alive
In the blessed name of jesus
I heard a preacher say
That we are all God´s children
And he´d be back, back someday
And I hoped that he knew
Something as he drank his cup of wine
I didn´t have too good of a feeling
As I head out to the night
I cursed the sky to open
I begged the clouds for rain
I prayed to God for water
For this burning in my veins
It was like my souls on fire
And I had to watch the flames
All my dreams went up in ashes
And my future blew away
Now the oils gone
The moneys gone
And the jobs are gone
Still were hangin on
Down in dry county
They´re swimming in the sand
Praying for some holy water
To wash the sins from off our hand
Here in dry county
The promise has run dry
Where nobody cries
And no ones getting out of here alive
Men spend their whole lives
Waiting praying for their big reward
But it seems sometimes
The payoff leaves you feeling
Like a dirty whore
If I could choose the way I´ll die
Make it by the gun or knife
´Cause the other way theres too much pain
Night after night after night
Now the oils gone
The moneys gone
And the jobs are gone
Still were hangin on
Down in dry county
They´re swimming in the sand
Praying for some holy water
To wash the sins from off our hand
Here in dry county
The promise has run dry
Where nobody cries
And no ones getting out of here alive
TEMPO
Esses tempos de ter muito tempo têm me dado muito tempo para pensar. E arrumar a vida. Arrumei minha casa inteira, está tudo em algum lugar, mesmo que eu não lembre direito onde eu pus nada. Abri espaço para o Nando, caso ele realmente queira ir morar lá e caso eu consiga ter paciência com as ausências dele. Isso também tem me dado tempo de sobra para pensar. E pensar em tudo de bom e ruim que pode passar pela minha cabeça quando o único espaço de tempo em que o "vejo" é das 3h às 7h. Fica f...
E ter tempo me fez entrar no grupinho de organização do churrasco de reencontro do colégio. Este ano faz 10 anos que me formei no colegial. Quanto tempo!! Revi a Giu e o Pedro, outros membros da "comissão organizadora" e me diverti. Aliás, o Colégio Friburgo foi tema de uma conversa entre a Ju, a Má S. e eu na sexta-feira santa. Fomos jogar PS2 na casa da noivinha Juju e pedimos pizza. As lembranças vieram e começamos a conversar. Tadinho do Gui, ficou de fora dessa conversa (se bem que, quando nós 3 nos juntamos sobra pouco tempo para ele).
E por falar em tempo, me lembrei de uma lição da Joaninha, sobre tempo. Lembrei - e minha memória não lembra as exatas palavras dela - que ela disse uma vez, ou escreveu em algum e-mail, post no Eh Vero! ou comentário neste blog, que tempo é a gente que faz. Se alguém quer ter tempo para dar atenção a alguém, acha. Faz-se o tempo. E isso tem martelado na minha cabeça (viu como presto atenção no que você diz?).
Mas o tempo tem seu lado bom também. Rever pessoas e retomar atividades tem me feito bem. A turma do jazz é cômica, divertidíssima. Ontem a Fê (professora) resolveu que a gente ia pular uma fase. Me lembrei de vídeo-game total. De repente, ela muda todos os exercícios e eles ficaram extremamente difíceis. Nem sei como eu passei da fase anterior, mas, beleza... o tempo manda a gente andar pra frente mesmo. Ele nunca anda pra trás e isso deve ser outra boa lição.
Voltando ao normal
Hoje posso escrever tudo que devia ter escrito na segunda-feira e muito mais. A todos meus leitores-amigos, obrigada pela força. Tudo parece que está bem e há a promessa de que isso não se repetirá...
Voltando no tempo - 1ª edição: Eu pegava! Eu pegava!

O show do Jack Johnson foi tudo de bom, apesar da avalanche de adolescentes. Essa frase que encabeça este trecho do post de hoje foi repetida inúmeras vezes pela personagem mais causadora de risadas e bravezas durante o show: a Dri Pink. Entre outras pérolas que rolaram durante o show estavam (Jô, me ajude a lembrar):
- Eu dava, você não dava, fala sério! Não mente! - claro que a Jô e eu não dissemos nada. Que medo da cara dela...
- Ele disse que nós somos a melhor platéia! - entre outras traduções simultâneas irritantes.
- Canta aí, canta aí... não pára galera! - eu tive que dizer várias vezes para ela que eu não sabia as letras - e não sabia mesmo.
No final, pediram para fazer uma foto dela e de uma parte da sua turma que, quando ela acalmava, arranjavam outras formas de se socializar com as pessoas em volta - nem sempre de modo positivo.

Voltando no tempo - 2ª edição: Lançamento do CD "Alguma coisa tá errada" da minha banda preferida
Sei que eu já disse, mas eles merecem mais do que uma simples menção. O lançamento foi, como diria o Victor, "stáili". Saraiva Mega Store, cheio de gente, todo mundo garantindo seu CD e seus autógrafos. Mais uma vez o Victor, Victor me surpreendeu com sua imensa criatividade e o Cotta foi quem me salvou de ficar sem cerveja...
Fotinho de momento Kodak total:

Voltando no tempo - 3ª edição: O Domingo (antes da crise)
Depois de um almoço em família fui ao shopping com meu pai e minha vó. Todo mundo sabe que minha vó é minha ídola maior. E cada passeio com ela me reforça este sentimento... enquanto meu pai queria sossego para procurar um livro para levar em sua viagem de Páscoa, minha vó e eu ficamos falando de cada livro, cada tema, cada religião, crença e mil histórias... Descobri nessas que meu vô realmente merece o status de libertador de imposições. Criativo como só ele, ainda tinha tempo para se dedicar ís várias crenças dele e ajudar os necessitados. Vovó também é assim e por isso que eles se mereciam muito. Pena que o vô Dô se foi, mas só de ouvir as histórias contadas pela minha vó, sinto que ele está bem pertinho.
Alguma coisa tá errada
Tá tudo errado. Hoje era para eu acordar e, assim que eu tivesse um tempinho, abrir o bloggar para escrever sobre o show maravilhoso do Jack Johnson, contar as histórias tensas e cômicas que nossa ida ao show proporcionaram. Mas isso ficará para depois, amanhã, quem sabe.
O título do post é meio em homenagem ao CD da Cowbell, que teve lançamento ótimo e cheio de gente na Saraiva do Morumbi Shopping, mas também está aí porque alguma coisa tá errada mesmo.
Ontem quase terminei meu namoro. Sei que nos amamos muito, só não sei se isso é suficiente. Mudar, ninguém muda, e eu já sabia disso quando começamos a sair, mas cada sensação de falta de respeito vai cortando meu coração, parece que tira finas fatias que não têm como voltar ao seu lugar original. Será que eu vou aprender a conviver normalmente com essas situações de forma a não sentir esses cortes? Será que ele vai aprender a lidar com a relação trabalho x namorada?
Enfim, só digo que alguma coisa tá errada.
Hora de voltar...
Que eu viajo nas conversas, isso todo mundo que passa por aqui deve saber, mas essa foi inspiradora. Bate papo online entre eu e a outra Má (Spirandelli). Depois de um longo e tenebroso inverno ela voltará a ter um trabalho fixo, começa segunda-feira na comunicação interna da IBM. E como o assunto é tecnologia, ficamos conversando sobre iPods, Palms etc., até que falamos em ficar de pijama num dia nublado como hoje:
Má 2.7 diz
que inveja... hj eu queria estar dormindo em casa também
Ma*ma* - on demand diz:
ontem eu não saí, nem hj ainda, quero aproveitar todos os momentos pijama!
Má 2.7 diz
tá certa!! depois não sabe quando os terá de novo, né? aproveite como se fosse final de férias escolares... rsrs lembro de como eu ficava deprimida quando essa época chegava
Ma*ma* - on demand diz:
aah, mas tb dava uma vontadinha de voltar às aulas vai!! reencontrar as pessoas! mostrar as roupas novas! hahahaha
Má 2.7 diz:
é... então, por isso é que é semelhante com a volta ao trabalho... é como se vc estivesse indo para uma nova escola, não é? Não conhece ninguém, não sabe como se vestem, se usam maquiagem, se são legais... com a diferença de que são 8 horas por dia, no mínimo e, no final, é vc quem recebe... kkkk (inspirada minha comparação?)
E como ela bem disse: já está no blog... porque sou "on demand"
Sem palavras
Sem palavras
É bem difícil traduzir sentimentos em palavras, eu sempre tentei, mas quanto mais coisa misturada, mais difícil fica. Este final de semana foi mais que perfeito e nem sei qual foi o ápice, qual foi o começo e só sei que não queria que tivesse terminado.
Na sexta eu já ganhei bolo da Lourdes, nossa diretora financeira, e presentes do pai (um rádio novo pro carro) e do Nando (um casaco chiquérrimo que eu estou de olho há tempos da Zara). Pena que no Na Mata a Cowbell começou muito tarde o show e nem agüentamos ficar muito.
O sábado começou com muita preguiça, mas logo que a Fê ligou me deu vontade de sair e ver minhas amigas cariocas, que vieram para cá para comemorar meu aniversário comigo. Fomos na Empório Naka ver sapatos (programa básico) edepois almoçamos no America (mais básico ainda). O dia passou tão rápido e tão bem que já era quase hora de ir pro Nacional quando nos despedimos na casa da Talula.
Aí chegou a hora da festinha. Foi tanta gente e, como bem definiu a Caru, só gente batuta. Eu diria só foi gente que eu amo e adoro. Só tinha gente boa e o clima estava muito gostoso. Tinha a família em peso e meus amigos mais queridos, além de algumas surpresas e sumidos que reapareceram. Nada melhor que fotos para exemplificar a grandeza da comemoração (veja embaixo o link).
Fofo, o Rafa (Duarte, da Fê), ficou de olho no relógio, esperando meia-noite para me dar parabéns. Conseguiu ser o primeiro. Os presentes que ganhei das minhas amigas lindas me deixaram emocionada... um conjunto de Foundue para poder fazeralguma coisa fácil e receber as amigas em casa e, ainda, vale-presente da Etna para aprimorar minha casinha. Amei. E, como adoro dar presentes tanto quanto ganhar, adorei o momento de surpresa para a Ju, que dia 5 completa suas 27 primaveras. Enfim, tudo lindo e todo mundo feliz.
Domingo eu queria só ficar na preguiça, mas ver as amigas é mais do que motivo pra me fazer mudar de idéia e levantar da cama. Almoçamos num lugarzinho bem bacana no Itaim, tiramos fotos hilárias e os meninos estavam a mil, muitobom. Cantaram parabéns pra mim e fizeram ainda o dia todo ser meu aniversário.
Outro momento emocionante foi conhecer a Verônica finalmente. A Dani teve sua menininha no mesmo dia do meu aniversário e eu fiquei imensamente feliz de ter essa menina nascendo no mesmo dia que eu. E ela élinda, calminha e, mais que tudo, a Dani estava brilhando de felicidade.
À noite finalmente assisti os DVDs da Vanessa. Jô e Ka merecem milhões de salvas de palmas pelo trabalho impecável. Amei.
Aí, Ju, Gui e Ka foram embora de casa. E acabou...
Fotos aqui