O mundo dá voltas...

31.5.06

Descobri o YouTube!

Como é que eu não tinha pensado nisso antes?? Vai me entender... aliás, como é que Dona Jô, super mamãe do ano, a pessoa mais tecnológica que eu conheço também não tinha pensado nisso antes? hahahaha

Quem quiser ver a Banda Distúrbio em ação, se ligue abaixo. E vou começar a colocar lá alguns vídeos hilários, outros clássicos, como do Beto dançando com a bengala no casamento da Joaninha (mas ninguém conta para ele, tá?), do chá-bar da Jô e do Gugu... . Vai ter também trechos de shows da Cowbell e, se eu achar, alguma coisa de Garret antigo. Amei esse treco!



30.5.06

Bebês na nossa vida

Como é bom passar um tempo perto de bebês... o domingo com a Dani e sua linda Verônica foi muito gostoso. Ajudei pouco porque a mãe é tão auto suficiente que ajudar mais atrapalha do que ajuda. Vi pela primeira vez o pai Fê com a filhinha no colo, agora ele tá aprendendo...hehehe

Eu fiquei tão boba que esqueci de verificar meu celular e perdi a visita da Jô a São Paulo. Mais uma que está carregando um bebê na barriga. Deve estar linda e - inevitavelmente - fofinha pelo que andei lendo no blog.

Aliás, no sábado ficamos sabendo que a Sarah e o Marcelo terão bebê também. Ele será pai pela segunda vez e já decidiu que tem que fazer vasectomia. "Acho que sou o cara mais fértil do mundo". Só pude rir. Na minha opinião: ele nasceu para ser pai porque é um ótimo pai e tenho certeza de que a Sarah será uma ótima mãe. Quero só ver se for uma menina e ela ensiná-la desde cedo a lutar caratê e derrubar o papai dela...hahaha

Ontem fiquei boba de novo com bebês, mas desta vez com bebês que só conheço virtualmente, os irmãos da Caru. São muuuuito fofos e dá vontade de apertar e de morder. Não é pra menos que ela está toda orgulhosa deles... hehe

E para todos babarem:

Verônica:



Clara e Rafa (irmãos da Carosita):



24.5.06

59

Hoje é aniversário do homem mais importante do mundo para mim: MEU PAI. Se não fosse por ele eu não existiria e, muito menos, seria assim... a cara dele. ;)
No final de semana fomos comemorar antecipadamente o aniversário dele em família, juntos em Campos do Jordão. Foi uma delícia. Curtimos tudo juntos o Nando e eu. Era a primeira vez que o Nando ia lá e eu o levei no Morro do Elefante, passear por Capivari, fazer umas comprinhas básicas (nas lojas - poucas - que têm preços bons).

No sábado à noite meu pai reservou uma mesa no restaurante do hotel e comemos todo tipo de fondue e ainda teve bolo para cantarmos parabéns. Foi muito divertido! Demos muita risada com as gracinhas do meu pai, as piadas do Júlio e as lerdezas da Thaís (causadas pelo excesso de baladas, creio eu).

Domingo fomos visitar meu primo Renato e família, que moram lá. Matei as saudades desse primo maluco e fazia tempo que não via os filhos, principalmente a Hannah, que está uma mulherona. Estou ficando velha.

E por falar em ficar velha, na sexta-feira teve Noite das Minas lá em casa. Carosita, Ju e Dê me ajudaram a consumir 4 garrafas de vinho, vários patês, pães e o fondue, que milagorsamente deu certo apesar do álcool que eu comprei não ser o melhor para o rechaud (é assim que escreve?). No dia seguinte a Pê e eu chegamos à conclusão que:
a) Estamos mesmo mais velhas e não agüentamos mais beber tanto e/ou
b) Nosso fígado desacostumou de beber tanto, por isso precisamos beber juntas mais vezes.

A Ju e a Cá fizeram parte da turma que me deu o conjunto de fondue que estreamos e conheceram a luminária da Etna que eu escolhi com o vale-presente que veio dentro da caixa... Mais informações no Anotações de Guardanapo em breve

Ah, sim, 59 é a idade de meu papito...

18.5.06

Assunto sério

Demorei a escrever sobre o assunto porque é mesmo difícil de digerir tudo o que está acontecendo. Segunda-feira me senti como se estivesse em Israel, onde os cidadãos convivem com o terrorismo diariamente mas, como bem lembrou meu tio, "lá pelo menos eu poderia estar andando com uma Uzi à tiracolo para me defender, aqui tenho que rezar para fazerem alguma coisa".

Me lembrei de toda aquela discussão sobre o desarmamento e sobre um e-mail que eu mandei na época para o Blue Bus. Estávamos discutindo o quanto o governo estava gastando para fazer um plebiscito sobre a venda de armas e eu, assim como outros vários cidadãos, pensei "Só posso lamentar que o governo gaste R$ 202 milhoes em um referendo que comprova a falta de competência de nossas polícias e a impunidade do sistema judiciário. Se me ouvissem em Brasília, diria para gastar em educação, geração de empregos e programas de reintegração de pessoas com passado criminal à sociedade. Acredito que todo ser humano seja capaz de aprender se provarmos que isso será melhor para ele".

Assistindo ontem à noite o Jornal da Globo, fico sabendo que o Presidente Lula disse que "qualquer um concordaria em gastar mais em construir escolas do que presídios". Talvez, mas a própria apresentadora ressaltou que muitos dos criminosos do PCC vieram da classe média, não lhes faltou educação ou opção. Eles acharam que ser criminoso era o caminho mais rápido para alcançar o que pretendiam e assim o fizeram. Então, como mudar pessoas? Oportunidades de emprego faltam a quem quer, oportunidades de cometer crimes, não.

Não é exclusividade de culpa do governo Lula, ou da gestão atual do governo de São Paulo, mas eles não podem nos abandonar só porque a culpa não é deles. Um país democrático dá poder a pessoas para que cada um cumpra sua parte. Não estão cumprindo o que nos prometeram. E está na constituição, o Estado é responsável por garantir a segurança aos cidadãos. Outro dia li que um cidadão em algum estado brasileiro conseguiu (anos e anos depois do ocorrido, claro) uma indenização do estado em que vive por ter sido seqüestrado e ter tido o carro roubado, afinal, o Estado era responsável por lhe garantir segurança. Sendo assim, todas as empresas que deixaram de produzir por fecharem mais cedo na segunda-feira e até a Bovespa, que cancelou o After Market, deveriam processar o Estado de São Paulo por terem perdido dinheiro neste dia porque ficamos reféns de bandidos, mesmo estando em casa.

Li o texto de outra leitora do Blue Bus publicado ontem e ela disse que ouviu de muita gente que "se fosse na época da ditadura não seria assim". Tenho que concordar. Não seria assim, seria pior. Primeiro: não saberíamos das coisas porque a imprensa não poderia nos informar exatamente como as coisas são, já que tudo passava pela censura. Segundo: em um período em que já era crime o simples fato de não se concordar com o modelo político vigente, imaginem o que não morreria de gente que era considerado subversivo à ordem?

Não há como apontar o dedo e ficar passando a culpa de um governo para outro. Todos os que foram corruptos, todos os que atrasaram processos criminais, todos os que levaram celulares para dentro das cadeias, aquele técnico de som que vendeu a fita sigilosa com depoimentos de delegados para os advogados do chefe do PCC por R$200. Todos têm culpa. Não têm culpa os que trabalham honestamente, os que respeitam as leis, os que pagam os impostos. Assim como também não foram esses últimos que receberam dinheiro do Valerioduto, absolveram os que se declararam culpados de roubar dinheiro público.

Temos que mudar a forma de agir sim, a começar pela próxima eleição. Elegemos um senado que só acorda quando estamos em crise, uma câmara que perdoa a si mesmo pela corrupção, um governo que mais se desculpa do que age. Vamos mudar quando todos somos iguais a eles: na hora do voto. Que tal?

16.5.06

Quanta coisa!!!

A semana passada foi tão atribulada que nem tempo de escrever no blog eu tive. Aí, essa semana começa com o medo do terror que São Paulo viveu, morro mesmo de medo de guerra, fiquei apavorada ontem. Graças a Deus estamos todos bem.

Tudo tem sido muito intenso... E muito merece ser registrado:

Na quinta-feira fui com a Carosita no show do Creedence. Não sei muito bem sobre o dilema da Tostines (vende mais por que é fresquinho?), ou se quem veio antes foi o ovo ou a galinha... mas, definitivamente, não haveria Vodka Frog se não existisse o Creedence. E, como bem disse o vocalista da banda gringa "It´s all about the rain after all". Nem preciso dizer que eu e a Pê demos muita risada lembrando dos domingos de Pérola e de chuva... até das dancinhas nós lembramos. Afinal, é tudo sobre a chuva no final das contas... Só não tinha ninguém dizendo "Que bom que vocês vieram".

Sexta-feira foi dia de compras do Sam´s Club. Saí mais cedo do trabalho para encontrar a Giu e o Pedro por lá. Fizemos as compras para o churrasco do Friburgo e nos divertimos. Me cansei muito porque ainda, depois das compras, fomos deixar tudo no colégio. O mais emocionante foi entrar de carro no colégio!! Sim, passei minha infância inteira sonhando com uma forma de ir do portão da João Dias até o campo sem me cansar... finalmente vi meu sonho realizado... foi muito emocionante. A Giu, que nem precisava entrar de carro, fez questão de ir até meu carro e entrar comigo... hahaha... não tem jeito: quem estudou lá tinha este mesmo sonho.

Sábado às 9h eu já estava no colégio pondo as cervejas para gelar. Dormi ansiosa, acordei cansada da correria de quinta e sexta, devia saber que isso ia acabar comigo... Ou melhor, que a combinação disso com muuuuuita cerveja e muuuuita vodka iam acabar comigo. Foi muito bom o churrasco. Revi muita gente legal e vi que certas pessoas não mudam mesmo. Faltaram pessoas que eu sinto muita saudades, mas tá valendo. Foi um sucesso para a primeira vez. Quem sabe no ano que vem seja ainda mais cheio de gente legal e que tenha mais gente querendo ir.

Essa foto abaixo é um registro histórico: a Giu e eu com a Iracy, diretora do colégio, que nos ajudou a fazer o churrasco lá dentro.


Domingo eu era só o pó... mas, ainda assim, foi Dia das Mães e eu fui dirigindo até Itapetininga. Meu irmão foi dormindo do meu lado. Foi bom, é sempre bom ver a família. Conheci a namorada do Thiago que todo mundo acha parecida comigo (ela tem cabelos enrolados e olhos escuros grandes, mais nada em comum). E descobri que sou mesmo apaixonada pela Luara, a filha da Tamara. Coisa mais fofa não tem!

Se bem que logo na segunda-feira fiquei sabendo que a concorrência por criança mais fofa vai ganhar um(a) forte concorrente: Jô e Gugu estão grávidos e a criança nascerá em dezembro. Show de buela, como diria a Pê.

Ontem, com a guerra instituída, o Nando e eu nos encontramos mais cedo lá em casa e curti muito ter um pouco de tempo a mais com ele... estávamos precisando dessa renovada e com a vida corrida que estamos levando, estava difícil...

5.5.06

Comemoração discreta

Saí do prédio mais feliz com o que eu tinha conseguido do que com o que tinha ido buscar. O gostinho de sair de lá vitoriosa, me sentindo capaz, me deu vontade de sair gritando e, assim, fiz isso internamente, sem emitir um só som. Queria comemorar, mas não queria companhia, queria minha própria companhia. Comemorei sozinha, com um chocolate quente e uma bomba de Bailey´s. Eu merecia.

Foi mais um marco na minha vida, mais uma etapa finalmente cumprida. Melhor que isso: eu me senti mais poderosa com aquele pedaço de papel em mãos . E como é bom sentir-se poderosa.

Mais tarde, depois de o sorriso no meu rosto já cansar, liguei para uma pessoa só. Liguei e o convidei: "Sem você eu não teria feito isso, sem você eu não estaria me sentindo assim. Queria te levar para almoçar amanhã". E ontem almoçamos juntos... meu pai e eu, paguei a conta orgulhosa de mim mesma. A companhia extra do meu irmão e do meu primo Tom (visita carioca ilustre) me deixaram ainda mais feliz.

Assim, esqueci que estive gripada a semana inteira, esqueci de todos os remédios que tomei e das sensações de cansaço, de limão entalado na garganta, de impotência ao tentar pensar com a cabeça pesada de dor.

Claro que não esqueci da diversão que foi a noite de domingo com e Beto. Expressamos muitas emoções: choramos, rimos, brigamos (no PS2, apenas). Enfim, foi tanta a diversão que o Nando e eu seremos o próximo casal da turma a entrar para a gangue dos viciados em Playstation.